terça-feira, 19 de maio de 2009

O GENIAL CHAPLIN!

Peço desculpas pela ausência prolongada. Estava digerindo a derrota do Botafogo para o goleiro Bruno...ops! Bem...enfim, para o Flamengo.

Uma saudade imensa me atingiu. Saudade meio estranha! De um tempo que não vivi; de alguém que amo e que não conheço; de caviar que nunca comi; de alguém que tentei ser; do amor que nunca tive e foi embora.
É dessas coisas que só alguns poucos loucos sentem e sabem definir. Mas, sou como a maioria dos loucos: me expresso de forma confusa.
Mas o tal sentimento estava ali, no meu coração. Muitas perdas, derrotas, tormentos, inseguranças e aquela saudade.
Foi quando, entre uma "googleada" e outra deparei com Chaplin.
Penso que as coisas ficaram um pouco mais claras. Espero que você, meu raro leitor, encontre alguma coisa esclarecedora no texto desse gênio, criador do imortal Carlitos. Para este blogueiro confuso, foi na mosca!
Relaxem e curtam esta peça de conhecimento e sensibilidade humana.

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação, ou alguém, apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento, ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!!"

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. O grande mestre Chaplin em sua sabedoria, nos toca a alma e nos faz refletir sobre nós mesmos e o comportamento do proximo. Quais das verdades é mais dolorida, aquelas pronunciadas ou as descobertas por acaso? Algo que podemos discutir...
    Como sempre , belo texto! bju

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