domingo, 19 de julho de 2009

Sobre a qualidade de vida: uma escolha.

Meus prezados leitores.

Tenho a imensa satisfação de publicar, em nosso espaço, o texto de uma querida amiga. A Sandra, é uma competente e talentosa terapeuta que, com absoluta certeza, trará inúmeras contribuições a todos nós.

Espero mais colaborações de todos vocês, para maior sinergia e utilidade deste modesto blog.

Obrigado, Sandra! Seja bem vinda.


" Sobre a qualidade de vida: uma escolha."

Quem está atento às transformações na sociedade nota, claramente, que o interesse das pessoas em buscar melhorias na qualidade de vida vem aumentando. Tentam encontrar soluções, ainda que muitas vezes contraditórias, para atingirem esse intento.
A expressão, “qualidade de vida”, foi empregada pela primeira vez pelo presidente dos Estados Unidos, Lyndon Johnson, em 1964, quando disse que: “os objetivos não podem ser medidos através do balanço dos bancos. Eles só podem ser medidos através da qualidade de vida que proporcionamos às pessoas”. Se pesquisarmos definições, não encontraremos uma que explique completamente o termo, porque abrange uma série de fatores. Mas, o que me atraiu na frase foi uma palavra: “objetivo”. Gosto muito dela.
Vamos sintetizar a frase de Johnson, assim: “os objetivos só podem ser medidos através da qualidade de vida que proporcionam às pessoas”. Agora, pensaremos em nossos objetivos pessoais e no que eles têm contribuído para nossa melhoria. Acredito que é partindo de uma transformação interna que faremos e as mudanças externas.
Qualidade de vida é bem estar com você mesmo e com as pessoas queridas; atenção para com o valor de seus relacionamentos; balanço entre vida pessoal e profissional; tempo para o lazer e a saúde espiritual... Enfim, estar em equilíbrio.
Geralmente, nos esforçamos ao máximo para sermos competentes em vários aspectos de nossa vida quando, ser competente na gestão da própria saúde, e estilo de vida, deveria ser a prioridade de todos. Sei, não é fácil! É muito difícil! Mas, sei, também, que nunca é tarde. E não importa a situação ou a idade que se tenha.
Para aliviar nossa responsabilidade colocamos a culpa no marido, na esposa, nos filhos e etc. Moldamo-nos a uma vida desmotivada e sem graça, contagiando muitas vezes as pessoas que vivem ao nosso lado. Criamos, externamente, a energia gerada por nós, internamente.
Devemos projetar e planejar as mudanças de maneira gradativa. De forma que, não venhamos a nos agredir ou violentar, fazendo com que desistamos do nosso intento antes mesmo de chegarmos ao meio do caminho. Não devemos estabelecer objetivos e metas, longos.
Pensemos, agora, em algo que precisa ser mudado. Com pequenas atitudes, iniciemos nossas mudanças. Vamos exercitá-las por alguns minutos. Depois, por algumas horas. Um dia. Alguns meses. Quando percebermos, a mudança estará concretizada. Ufa!!!! Conseguimos.
Aí, partimos para a próxima mudança.

“O êxito ou o fracasso de sua vida não dependem tanto de quanta força você põe numa tentativa, mas na persistência no que se faz”.

“Yes, We can!!!!!!”

Beijos
Sandra Barbosa
Fisioterapêuta / Acupunturista

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