sábado, 17 de outubro de 2009

De uma amiga anônima (por opção)!

Como já disse alguém que conhecemos ... há quem sabe amar sem saber do amor.

Fiz dessa possibilidade meu modus vivendi – arranjo temporário que possibilita a convivência entre elementos antagônicos e a restauração do equilíbrio afetado pelo conflito rsrsrs. Não discutir a semântica, mas obediência ao sentimento, ao impulso, sem questionar as razões.

Não pergunto como, deixo que se apresente; não pergunto quando, deixo que se revele; não pergunto onde, deixo que se determine; não pergunto quem, deixo que me possua ...

Mas já o vi: nas vezes em que acreditei perseverantemente, duvidei com certezas; castiguei com carinho, acarinhei com rigor; rasguei palavras de sentidos dúbios, inventei significados para significantes inexistentes; aceitei os erros, errei nos caminhos; ouvi sem atenção, escutei com a alma; concedi sem cobrar, cobrei sem precisar; calei a frase, gritei o silêncio. Enfim ... a atitude.

Infinito enquanto dure, já disseram ... Correto, porque para sempre é tempo demais para amar sozinha. Quem sabe amar não ama sozinha porque sabe que quem sabe amar só conjuga o verbo no plural.

Drª. "F" (Médica, que ama a vida)

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