sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A medida de tempo de Deus.

Hoje, durante nosso almoço, conversamos sobre o tempo. Mas não o tempo relativo a clima, muito em evidência nesse mês. Falamos sobre a tempestividade dos fatos que desejamos que aconteçam em nossas vidas. Desejos. Necessidades. Sonhos... Chegamos ao responsável por todas as coisas e também pelo tempo, do qual é Senhor. Sim! Deus. O Arquiteto Criador e Senhor do tempo.

Diz-se que Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo descansou. De tudo que conhecemos no mundo, nos parece que não seria possível ser criado em apenas seis dias. Mas, para Deus...

Quanto tempo dura o segundo de Deus? É possível termos essa medida? Na verdade não, né? Ou, sim. Vamos tentar? Isso é apenas um exercício, tá? Uma viagem! Vocês podem se divertir muito com isso. Tentem!

Vamos lá!

Você já desejou muito alguma coisa e rogou a Deus que te concedesse? Quanto tempo entre o desejo e a realização? Você não mediu? Mas com certeza demorou ou ainda nem aconteceu.

Você pode ter padecido de algum mal: um sofrimento sentimental ou acometimento na saúde. Solicitou a ajuda divina? Sarou? Foi uma demora...

Lembrou de agradecer a Deus? Não. Esqueceu, pois o tempo foi longo até a concretização de sua solicitação. Normal! Isso acontece com a maioria das pessoas. Comigo. Talvez com você...Mas Deus atendeu imediatamente. Sem pestanejar. Será que Deus dorme ao menos um pouquinho?...rs

A medida do tempo de Deus é de acordo com merecimento e obras realizadas. E também os pensamentos...Nossa vida é uma grande lavoura. Dar, mais que receber. Amar, mais que ser amado. Perdoar a ser perdoado. Isso é o mesmo que plantar e colher. Esse é o tempo de Deus. Ele nos concede segundo nós mesmos.

Se pudéssemos ser como as crianças, mas conhecendo o que sabemos agora, teríamos a exata noção do tempo de Deus. A pureza faz com que tudo se realize com mais rapidez. Uma criança é feliz mesmo doente. Basta que sinta amor à sua volta. E acontece assim, por que ela não pede o que não precisa. Só quer o bastante. Aquilo que será a diferença. E...sempre acabamos por distorcer o que de fato necessita uma criança.

Por fim, queridos leitores, terminamos nosso delicioso almoço conduzindo nosso pensamento nessa linha: nós somos a medida do tempo de que necessitamos para merecer aquilo que, de fato, faz sentido. E se não o conseguimos, é por que deixamos algo por fazer. E aí...bom, aí é outro tempo.


É! Está dito.

Boa noite.