terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ao Senhor.

Não me atrevo ao mêdo:
O mêdo, nunca me deu o que comer.
Não me atrevo ao luxo:
Não me faz melhor, junto ao meu semelhante.

Esqueço a vaidade que infla.
Me curvo ao sábio, que a tudo olha, e sorri,
Sabendo que a vida nos tira das feições,
Acrescentando ao coração dos que aprendem.

Desço aos mais fracos e com eles repouso.
Quero seu aconchego e carinho,
Pois a coragem dos fracos reside no seu amor à vida.
Apesar dos covardes!

Me dê água e um pouco de pão.
Sombra e um abrigo, quando frio.
Sol, vindo do oriente com sabedorias,
E as chuvas, que revitalizam o solo que nos alimenta;
Dá-nos a paz...

(Anselmo Verissimo)

8 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Adoro ler o que escreve, e sinto que suas palavras vem do coraçao. Parabens sempre!
    Beijos

    ResponderExcluir
  3. É, Hanna, estamos fazendo a nossa obrigação, sempre com enorme prazer e alegria. A força que une nosso grupo é a maior razão de nossas vidas. Obrigado pelas palavras de carinho e apoio.

    Beijos

    ResponderExcluir
  4. Oi, Ritinha, bom que você gosta. Esse é um grande incentivo para aprimorar e elevar o nível dos nossos escritos (rs)...agradeço seu incentivo.

    Beijos.

    ResponderExcluir
  5. Maravilhoso, toca forte em nossos corações. É uma verdadeira oração!

    Beijos, beijos e beijos.

    ResponderExcluir
  6. É como se diz: A VIDA é um fato....feliz daqueles que tomam iniciativa em benefício do outro. Parabénsssssss!!!

    ResponderExcluir

Seu comentário é muito importante. Avalie, critique, fique a vontade.