sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Simples.

Um dia, li uma frase que dizia mais ou menos assim: "só sabemos aquilo que sentimos." Foi escrita em uma crônica do imortal Arthur da Távola. Sempre recordo esta frase. Principalmente quando tenho que fazer alguma observação a fatos ou personalidades.

Existem situações para as quais não estamos preparados. E nunca estaremos. Nem mesmo se passarmos décadas sentados em bancos acadêmicos. Parece forte? Pretendo que pareça. Imagine: não foi sentado em bancos acadêmicos, apenas, que os grandes homens fizeram a história. Mas, por terem sentado neles, muitos homens, fantásticos também, conseguiram fazer o registro fiel daqueles fatos. O que busco com essas afirmações, pelas quais me responsabilizo inteiramente, é mostrar que a necessidade, e a forma de satisfazê-la, moldam o caráter; a personalidade.

Um homem simples, sem a cultura acadêmica, pode ser um grande líder. Um homem culto, moldado nos berços da fortuna e agraciado com as oportunidades, pode ser um corrupto, ladrão ou coisa que o valha. Depende de como viveu e foi "educado". E aí vem a questão a se abordar: de fato, o que é educação? Qual a forma efetiva de se educar para o bem?

Meus prezados leitores! Quem sente fome, passa por privações materiais e afetivas, luta contra a deficiência cultural e sobrevive ao mundo globalizado, sendo reconhecido como celebridade internacional, tem alguma educação? (vide questão no parágrafo anterior)

Vou ficar por aqui.

Este pequeno texto tem a intenção de abordar os fatos como são. As afirmações nele contidas cabem a qualquer situação e não a um caso específico. Mas, óbviamente, vocês percebem a referência. Que tratem dela, aqueles que se dispuserem ao diálogo. O espaço é aberto, democrático, simples, sem sofismas (rs...adoro essa palavra).

Portanto, dou uma dica àqueles que preferem a referência a que o texto "possivelmente" remete: leiam o texto da Hanna (bem vinda ao lar, Hanna! rs), no Sobretudo (http://sobretudoqualquercoisa.blogspot.com/: Com certeza terá sido bem pior...). Dá para se ter uma pequena idéia da emoção dos fatos reais de uma vida.

Se refletirmos sobre nossos conhecimentos e experiências de vida podemos estabelecer uma noção de respeito ao ser humano, independente da posição que ocupa. Ninguém é, simplesmente, a posição em que está, mas sim aquilo que viveu.

Ah! Ainda não vi o tal filme. Nem sei se assistirei logo. Não estou preparado, no momento,  para ver coisas que possam remeter ao passado...rs.


É! Está dito.

Um grande beijo de 2010 no coração todos.

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