terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Pelos bailes que a vida dá!

Máscara...
Máscara viva de trapaças,
Máscara envolta em arruaças,
Arruaças de máscaras que não cabem em ti.

Máscara, que sempre a deixa desnuda na praça,
Escondendo-se de quem nem te vê quando passas,
E ainda assim a faz disfarçar-se, de ti...

Máscara...
Que usas pra sempre como carapaça,
Entendo que ainda uma vida na basta,
Por que mais do que tu...
É a vida que passa.

(Anselmo Verissimo)

2 comentários:

  1. Querido amigo, esta poesia e de muita suavidade e verdade!! Esta maravilhoso! parabens pelo seu talento de poeta. Amei

    Beijos carinhosos
    Marcelle

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  2. Querida Marcelle, muito obrigado. Sabendo de sua vocação para a poesia e a música, fico de fato honrado com seu comentário. Muito obrigado pelo seu carinho.

    Grande beijo deste seu admirador.

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