sábado, 24 de abril de 2010

Em um ano, eu...

Cresci,
Debati,
Cai,
Senti,
Arrependi,
Surpreendi,
Desisti,
Amanheci,
Anoiteci,
Permiti,
Proibi,
Comprometi
Subsisti,
Decai,
Ergui,
Supri,
Cumpri,
Agradeci,
Discuti,
Ri,
Sorri,
Atendi,
Dependi,
Fugi,
Apareci,
Incuti,
Torci,
Retorci,
Distorci,
Confundi,
Esclareci,
Poli,
Desci,
Subi,
Li,
Escrevi, e...

APRENDI.

Foram tantos ensinamentos dados por vocês, meus caros leitores e leitoras, que não sei como expressar meus agradecimentos. Suas visitas são sempre fantásticas. Engrandecem este humilde espaço onde sempre propus a participação e interação. A proposta continua, a quem gosta de aventurar-se pelas “escrevinhações”. Assim, aprendo cada vez mais.

Aos seguidores, de todas as horas, sempre tão pacientes e gentis, meu carinho, afeição, respeito e amizade franca e sincera. Nosso blog é todo de vocês.

Um aninho! Não é nada, não é nada... É tudo! E muito mais. Foi minha alma, e minha vida, transmutadas em letras e pensamentos; atitudes e reflexões; sofrimentos e alegrias. Enfim, foi assim que aconteceu e está dito... Rs.


Obrigado a todos. Muitíssimo obrigado pelo apoio, incentivo e participação.

Ah! Por falar em incentivo:

Grato, Hanna! (http://sobretudoqualquercoisa.blogspot.com/) Sua força foi fundamental para que tudo isso pudesse ser “Dito”. Valeu!!!!!

Grato também a você, Márcia (http://marciacoisasque-eusei.blogspot.com/), que sempre nos honra com seu comentário cheio de energia e generosidade, e que ajudou a desbravar este espaço (rs).


MUITO OBRIGADO! E PARABÉNS A VOCÊS QUE FAZEM NOSSO BLOG CONTINUAR.


Como um presente meu a vocês, um texto de Artur da Távola. Foi com este magnífico escritor que começamos nosso blog.


AMAR BONITO (Artur da Távola)


Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar:

Aprendam a fazer bonito seu amor.

Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito.

Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.

Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender...

Tenho visto muito amor por aí.

Amores mesmo: bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva.

Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.

Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção.

Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem ameaçados e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam,descuidam, reclamam, deixam de compreender, necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões.
Sim, de razões.

Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão.

Nem queira!!!

Ter razão é um perigo: em geral, enfeia um amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada.

Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito?

De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível?

Talvez não.

Cheio ou cheia de razões, você separa do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.

Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito.

Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança.

E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia.

Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama.

Saia cantando e olhe alegre.

Recomenda-se: encabulamentos, ser pego em flagrante gostando, não se cansar de olhar e olhar, não atrapalhar a convivência com teorizações, adiar sempre se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter', arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida.

Para quem ama, toda atenção é sempre pouca.

Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível.

Quem ama bonito não gasta tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine cheia de brinquedos dos nossos sonhos); não teorize sobre o amor, ame.

Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que sente; não dar certo e depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito).

Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabiamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser.

Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs.

Falando besteiras, mas criando sempre.

Gaguejando flores.

Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil.

Revivendo os caminhos que intuiu em criança.

Sem medo de dizer eu quero, eu estou com vontade.

Deixe o seu amor ser a mais verdadeira expressão de tudo que você é.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.

Não se preocupe mais com ele e suas definições.

Cuide agora da forma do amor:

Cuide da voz.

Cuide da fala.

Cuide do cuidado.

Cuide de você.

Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Gente amiga deste blog, vamos ajudar. O INCA precisa!

Fundação do Câncer promove show beneficente 'Com você, pela vida' 2010.


25/04/2010 Fundação do Câncer


Maria Gadú, Joanna, Rogéria, Alessandra Maestrini e Janaína Azevedo dividem o palco com Fred Mayrink.


Ingressos já estão à venda.


Artistas de diversos estilos se reúnem em prol da prevenção e do controle do câncer na segunda edição do show beneficente “Com você pela vida” promovido pela Fundação do Câncer. O cantor e diretor de novelas Fred Mayrink, idealizador da iniciativa, convida Maria Gadú, novo sucesso da MPB, Rogéria, as cantoras Joanna e Taryn Szpilman e as “cantrizes” Alessandra Maestrini e Janaína Azevedo para dividir o palco.

O show acontece dia 25 de abril no VIVO RIO e os ingressos já estão sendo vendidos. Até o dia 9 de abril, os convites podem ser adquiridos com 50% de desconto por R$ 35. Após essa data, o preço será R$ 70. A renda obtida será revertida para projetos realizados no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Os interessados podem entrar em contato pelos telefones (21) 2551-4912 e (21) 2522-2518, no horário de 9h às 18h, ou pelo e-mail comvocepelavida@cancer.org.br.

Técnicos, produtores e artistas participam voluntariamente da causa, assim como o diretor geral do show, Jorge Fernando. O repertório será de grandes sucessos da música internacional. Estão incluídas canções Unforgettable, de Nat King Cole, El dia que me quieras, de Carlos Gardel, La vie em rose, imortalizada na voz de Édith Piaf, Hier Encore, de Charles Aznavour, e sucessos de Frank Sinatra, como Come fly with me, Fly me to the moon e New York, New York. A Rio Jazz Orchestra, regida por Marcos Szpilman, acompanha os artistas.

No ano passado, Alessandra Maestrini, Juliana Paes, Marina Elali, Marjorie Estiano e Rodrigo Lombardi participaram do show que reuniu mil pessoas na mesma casa de espetáculos. A meta para este ano é atingir 2.200 lugares. “Mobilizar os artistas e a sociedade para a prevenção e o controle do câncer é o nosso principal objetivo. A segunda edição do show mostra o quanto a classe artística está envolvida com o nosso projeto”, destaca o superintendente da Fundação do Câncer, Jorge Alexandre dos Santos Cruz.

Para Fred Mayrink, idealizador do projeto, o show é uma oportunidade de aproximar as pessoas dos projetos desenvolvidos pela entidade filantrópica. “Com uma iniciativa como esta conseguimos dar visibilidade ao tema câncer. A continuidade dessas ações depende da colaboração de cada um de nós”, lembra.

Apoio - Além do trabalho voluntário de artistas, produtores e técnicos, a Fundação do Câncer conta com a parceria da BD, empresa global de tecnologia médica, que comprou uma cota de patrocínio do show.

A BD é uma empresa global de tecnologia médica focada em aprimorar a terapia medicamentosa, melhorar o diagnóstico de doenças infecciosas e promover a descoberta de medicamentos.

Serviço
Dia: 25/4/2010
Horário: 19h30
Preço: R$ 35 até o dia 9 de abril; R$ 70 de 10 a 25 de abril
Endereço: Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – Rio de Janeiro

Como comprar os ingressos:

Os ingressos podem ser adquiridos pelos telefones (21) 2522-2518 e (21) 2551-4912 (tel/fax) no horário de 9h às 18h ou pelo e-mail comvocepelavida@cancer.org.br.

Enc: David Coimbra, coluna em ZH!!!

Artigo publicado no Jornal ZERO HORA de Porto Alegre, que bem retrata o momento atual e ainda serve de subsídios para a História do Brasil Não Escrita!!!!!


O cortiço - David Coimbra, coluna em ZH
Ao caminhar por entre as artérias do Monumento ao Holocausto, no coração de Berlim, a cada passo aumentava minha admiração pelos alemães. Ali estava um povo que não se esquivava de suas culpas. Ao contrário, as purgava em público e em voz alta.
David Coimbra é jornalista e escritor (Wikipédia)


Os mesmos passos me faziam pensar nos brasileiros. Nós aqui, ao que parece, não nos aflige culpa alguma. Do que o brasileiro se envergonha, afora a derrota na Copa de 50? Pois é. Mas nós temos do que nos envergonhar. Temos também o nosso nazismo. O nosso holocausto. Chama-se escravidão.


O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão, mas nem ao aboli-la lavou-se de sua desonra. Agora mesmo, no Rio de Janeiro flagelado, lateja essa dor. Pois quem são esses que morrem sufocados pela terra que se desprende dos morros cariocas? Descendentes de escravos e ex-escravos expulsos do Centro quando o Rio se transformou no que hoje é.


Você leu O Cortiço, de Aluísio Azevedo? Bom livro. Não devia ser obrigatório nas escolas, devia ser tratado como romance para iniciados. O Cortiço conta a história de um imigrante português que, como se dizia então, “amasiou-se” com uma escrava para somar suas economias às dela. Juntos, os dois e seus dinheiros, melhoraram a bodega dele e investiram em quartos de aluguel. Montaram um cortiço aos moldes de tantos que havia no Rio do século 19, o mais célebre deles chamado Cabeça de Porco, de propriedade do Conde D’Eu, ilustre marido da Princesa Isabel. O que não deixa de ser irônico – entre os 4 mil moradores do cortiço do marido, havia inúmeros ex-escravos libertados pela esposa.


Essa gente não teve mais onde morar a partir do começo do século 20, quando a prefeitura do Rio botou abaixo os cortiços. O prefeito Pereira Passos, inspirado nas reformas feitas em Paris décadas antes, rasgou avenidas, abriu largos arejados, mudou a face da cidade. Os moradores dos cortiços, muitos deles, foram para a zona norte. Outros, que precisavam morar perto do Centro, onde trabalhavam para os senhores brancos e bem alimentados, esses ficaram por perto: subiram os morros do entorno, construíram casebres com as sobras das demolições protagonizadas por Pereira Passos, formaram as favelas como as conhecemos.


Essa gente pingente das favelas não foi libertada da escravidão; foi atirada à liberdade. Para eles, nunca houve planejamento, muito menos investimento. Hoje, Lula dá certa atenção a esses desgraçados. Não é o ideal, claro que não. Porque não é uma ajuda estratégica; é uma ajuda tática. Mas, ao menos, é algo. Para quem não tinha nada, talvez seja muito. Por isso, Lula foi amassado pela vaia do Maracanã, na abertura do Pan em 2007. Vaiaram-lhe os brancos e bem alimentados, os moradores da planície, que olham para o alto, para o morro, com medo.


Hoje, os brancos e bem alimentados da planície olham de novo para o morro. Aquela gente parda, aquela gente que passa os dias de bermuda e sem camisa, que mora em barracos construídos com pedaços de qualquer coisa, aquela gente teima em chamar a atenção. Às vezes roubando, às vezes matando e às vezes, como agora, morrendo. Inconvenientes, é o que são. Vivem a nos lembrar que em nós, também, pode haver culpa.


Fonte: Zero Hora - Porto Alegre, RS - 09 04 2010
Site:
www.zerohora. com.br - Acesse o artigo original


domingo, 18 de abril de 2010

Um grande caso de amor.


"Feliz da criatura que tem por emblema e guia uma estrela solitária. Por isso o Botafogo está sempre no caminho da luz."

(Armando Nogueira)


"Botafogo é bem mais que um clube. É uma predestinação celestial."

(Armando Nogueira)





Eu queria ter palavras como as tuas, para deleitar-me em elogios ao amor dos meus amores.

Queria ter a tua inteligência, para olhar com olhos de poeta aquele suspiro do atleta fatigado a salvar um gol em cima da linha fatal.

Como gostaria de, por um instante, frasear, como tu, todos os momentos de mais uma trajetória gloriosa de um amor Glorioso. Ah! Mas como eu queria...

Queria mas não posso, saudoso mestre.

Mas, aqui na terra,

Sob teu olhar competente e luminoso,

A par e passo

Sigo nosso Glorioso .

E assim, o futebol vou amando.

Não apenas como botafoguense que sou,

mas também com suas bênçãos,

"Seu Armando".



video

É! Está dito. Muito obrigado mestre Armando Nogueira, Joel Santana, Maurício Assumpção e todos os jogadores do Botafogo. Sempre uma alegria imensa.

Boa semana a todos.

sábado, 17 de abril de 2010

Niterói, velha aldeia vítima de problemas modernos (O Globo)

Recebi este e-mail e faço a postagem como alerta e ponto de reflexão. Moro em Niterói desde 1995 e pouco dei conta do que a cidade foi se tornando. Lamentavelmente, eu, como outros, temos agora um preço a pagar por essa omissão.
É preciso discutir nossa cidade. Não apenas sua orla magnífica e seus espaços artísticos e culturais, mas também a real qualidade de vida que ela pretende oferecer a seus habitantes. Todos! Em todos os lugares.
Espero que muitos outros moradores de nossa cidade estejam atentos às situações mais críticas de Niterói e levantem suas vozes contra o que for prejudicial ao que chamamos "qualidade de vida".
Essa qualidade é inerente ao bem estar coletivo. Não é possível viver em paz e harmonia, quando sob a marquise de nosso prédio dormem velhos e meninos, homens e mulheres desamparados, esquecidos.
É! Está dito. Muito obrigado. Leiam e coloquem em discussão.


Para quem acha Niterói isso tudo.......
ESSE É O TEXTO QUE TRADUZ A NOSSA "CIDADE MODELO", COMO OS POLÍTICOS QUE NELA IMPERAM A ANOS GOSTAM DE DIZER!

Muito bem dito, nesse artigo, os problemas que sofremos aqui.
Penso que, de agora em diante, estarão vendo a situação de outra maneira. Afinal, TODOS sofreram o que vem acontecendo a muito tempo na RO (Região Oceânica) e em Niterói!




Niterói, velha aldeia vítima de problemas modernos



Publicada em 08/04/2010 às 18h11m


Lamentavelmente, coube à natureza revelar a verdadeira face da cidade de Niterói, que, há anos, é conhecida pelo embuste de "4ª melhor qualidade de vida do Brasil". Tal título, engendrado com o objetivo de sobrevalorizar impostos municipais e o próprio custo da construção civil local, redundou na explosão do mercado imobiliário, inclusive com o vergonhoso aumento do gabarito dos edifícios por toda a cidade, sem que houvesse qualquer estudo do impacto ambiental e humano que daí adviriam.


Hoje, Niterói é uma cidade densamente povoada, mas que manteve a infraestrutura de 30 anos atrás. As consequências são engarrafamentos por todo o município, poluição do ar, pelo aumento de veículos, e dos rios e da baía, por força do aumento do despejo de esgoto residencial. Grande contradição: apesar do aumento populacional, Niterói não aumentou sua oferta de empregos e de lazer, o que a fez permancer à sombra da capital e manter seu triste status de "cidade-dormitório".


A favelização galopante da cidade ao longo dos últimos 20 anos não apenas deixou de ser contida pelo Poder Público, mas, na verdade, foi por ele estimulada. Não há notícia de propostas de realocação das ditas "comunidades" das áreas ilegais. Muito ao contrário, ações superficiais e de cunho eleitoreiro do Poder Público ganham a simpatia dos moradores desses locais, que se transformam em tristes currais eleitorais de políticos inescrupulosos.



A Região Oceânica, cercada pela belíssima Mata Atlântica e dona de lindas praias, como a nacionalmente conhecida Itacoatiara, é o triste retrato do abandono pelo Poder Público: a grande maioria das ruas não possui pavimentação, nem recebe qualquer tratamento por parte da prefeitura após as chuvas cotidianas. O resultado são vias completamente esburacadas e inundadas. No entanto, o IPTU da região é um dos mais altos de toda a cidade!


Com os desmoronamentos dos útlimos dias, os moradores da Região Oceânica viveram a surreal situação de ficarem prisioneiros em seu próprio bairro, já que as poucas saídas do local ficaram bloqueadas. Aqueles que trabalham ou tinham outros compromissos fora dali viveram o absurdo de não poder se deslocar. Esse fato, contudo, não ocorreria se o projeto, que remonta à década de 1970, da construção do Túnel Cafubá-Charitas, de apenas 1,2 Km de extensão, houvesse saído do papel.


Como assinalado no início do artigo, foi da natureza o papel de revelar a verdade sobre a cidade de Niterói, pois salta aos olhos que não se ouça falar que as autoridades constituídas (Ministério Público, Câmara de Vereadores, OAB etc), as quais, constitucionalmente, têm a competência para controlar os atos do Executivo. Niterói, outrora orgulhosa capital do antigo estado do Rio de Janeiro, permanece, em pleno século 21, ao menos em termos políticos, como uma velha e decadente província, cheia de vícios e reprováveis hábitos como o conchavo e o "toma-lá-dá-cá". É como se o cacique Araribóia, cuja estátua, de tanto ter permanecido voltada para a cidade do Rio de Janeiro, alí, às margens da Baía da Guanabara, houvesse se esquecido dos acontecimentos em sua pequena aldeia.



http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/08/niteroi-velha-aldeia-vitima-de-problemas-modernos-916283012.asp

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Olhando no tempo.

Por uma fresta no tempo,
Olhei você, meu passado.
Havia lá bons momentos,
Mas também, dias amargurados.

Uma frase, um olhar...
Depressão, angústia e dor.
O diálogo que deixamos calar,
Paixão, ódio, rancor.

Mostra-me, passado soberano,
A substância que a tudo envenenou.
Traga-nos conforto e encanto.
Sublime alívio, para quem tanto amou.


(Anselmo Verissimo)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Tratamento Grátis - Oncologia - São Paulo - http://chancelariavigilancia1.blogspot.com/2010/04/tratamento-gratis-oncologia-sao-paulo.html

Prezados leitores,


Esta informação, recebida do meu prezado irmão José Fernando, é muito importante.

Espero que possa ser de grande utilidade a quem necessita. Peço que divulguem, dando amplo conhecimento àqueles de suas relações, para que o máximo de pessoas atingidas por este problema possam fazer o tratamento.


FACULDADE DE MEDICINA DO ABC


A Equipe de Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC informa que, além do tratamento de todos os casos oncológicos inteiramente grátis, estão com protocolo novo para câncer de pulmão e mama, com novos medicamentos que ainda não estão disponíveis no mercado e que estão dando uma nova perspectiva no tratamento destas duas neoplasias.

Caso vocês conheçam alguém que tenha um destes dois tipos de tumores e queiram fazer o uso deste novo protocolo, poderão indicar esta equipe, pois o tratamento, além de gratuito e inédito, faz parte de projeto multicêntrico mundial.

Endereço: Centro de Pesquisa em Oncologia

Av. Príncipe de Gales, 821 - anexo 3 - Oncologia.

Santo André SP (Prédio da Faculdade)

Fone: (11) 4993.5491


É necessário marcar/agendar consulta

FONTE: http://www.observasaude.sp.gov.br/Lists/noticias/DispForm.aspx?ID=36

Postado por José Fernando Coelho Val Quintans no
A.:R.:F.:G.:B.:L.:M.: Vigilância Nº 1 - REAA - GLMERJ Fundada em 20 de Fevereiro de 1869 em 4/13/2010 05:23:00 PM

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Enc: SOLIDARIEDADE: - http://chancelariavigilancia1.blogspot.com/2010/04/solidariedade-niteroi.html


SOLIDARIEDADE:
Na última sexta-feira 09.10.2010), iniciamos nossa campanha em parceria com o Rotary de Niterói, com a finalidade de ajudar as vitimas dos deslizamentos ocorridos na cidade de Niterói.
A Loja Maçônica Vigilância nº de Niterói, não pode ficar inerte com um problema dessa magnitude.

Participe dessa campanha!

Entre em contato com a loja: (21) 2620-5560.



Fraternalmente,

José Fernando Coelho Val Quintans
Chanceler
ARFGBLM VIGILÂNCIA 1 - REAA - GLMERJ

--
Postado por José Fernando Coelho Val Quintans no
A.:R.:F.:G.:B.:L.:M.: Vigilância Nº 1 - REAA - GLMERJ Fundada em 20 de Fevereiro de 1869 em 4/12/2010 01:10:00 PM

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Enc: NITERÓI PEDE SOCORRO - Doações para as vítimas da chuva - Loja Maçônica Vigilância nº 1, na Rua José Bonifácio, 35 - São Domingos -Niterói.


FAVOR REPASSAR URGENTE PARA SUA LISTA DE AMIGOS.

Estaremos hoje a tarde e amanhã todo o dia.


As doações de alimentos, roupas, produtos de higiene pessoal, colchonetes e água podem ser encaminhadas para Loja Maçônica Vigilância nº 1, na Rua José Bonifácio, 35 – São Domingos –Niterói.

Os artigos de maior necessidade são colchonetes, roupas de cama e banho, material de higiene, fraldas, alimentos não perecíveis, leite em pó e água mineral.


rota para loja vigilância
José Fernando Coelho Val Quintans
Chanceler
ARFGBLM VIGILÂNCIA Nº 1 - REAA - GLMERJ
Rua José Bonifácio, 35 - São Domingos - Niterói - RJ
Tel.: da Loja: (021) 2620-5560

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cancelamento do show de HOJE (Quinta, 8/Abril)

Oi Amigos,

Infelizmente, por conta dos problemas causados pela chuva e ainda outros, causados em consequência destes, estou sendo obrigado a cancelar o show de HOJE a noite (Quinta, 8/Abril) no Armazém da Música (Velho Armazém), quando receberia o contrabaixista Reinaldo Figueiredo (que todos conhecem como humorista do Casseta e Planeta), o guitarrista Fernando Clark e o baterista Paulo Diniz.

O show será remarcado para breve. Mil desculpas a todos.

*******************************
Mas amanhã, Sexta Feira, dia 9, está mantida a estréia o projeto Resgate, no J. Club (Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa), no Rio de Janeiro.

Em sua primeira edição, "Resgate" estará apresentando a cantora carioca Thaís Motta para uma homenagem ao compositor Baden Powell.

****************************
E no Sábado, também acontecerá o show no Drink Café Humaitá, também com Thaís Motta.

****************************
Na quinta que vem (15/ABRIL), estaremos de volta ao Velho Armazém

Mais informações em www.marviociribelli.com.br

Marvio

Cancelamento do show de HOJE (Quinta, 8/Abril)

Oi Amigos,

Infelizmente, por conta dos problemas causados pela chuva e ainda outros, causados em consequência destes, estou sendo obrigado a cancelar o show de HOJE a noite (Quinta, 8/Abril) no Armazém da Música (Velho Armazém), quando receberia o contrabaixista Reinaldo Figueiredo (que todos conhecem como humorista do Casseta e Planeta), o guitarrista Fernando Clark e o baterista Paulo Diniz.

O show será remarcado para breve. Mil desculpas a todos.

*******************************
Mas amanhã, Sexta Feira, dia 9, está mantida a estréia o projeto Resgate, no J. Club (Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa), no Rio de Janeiro.

Em sua primeira edição, "Resgate" estará apresentando a cantora carioca Thaís Motta para uma homenagem ao compositor Baden Powell.

****************************
E no Sábado, também acontecerá o show no Drink Café Humaitá, também com Thaís Motta.

****************************
Na quinta que vem (15/ABRIL), estaremos de volta ao Velho Armazém

Mais informações em http://www.marviociribelli.com.br/

Marvio

sábado, 3 de abril de 2010

O suficiente.

O que se passa na vida de uma pessoa pode ter várias definições. Algumas coisas, constroe-se. Outras são fruto de conspirações para que aconteçam. Se dão por acaso. Ou seriam obras do destino? Há quem afirme que faz parte de um pensamento lançado ao universo. Um poder não detectado, tão pouco controlado. Supondo que tudo isso seja real e que o ser humano possui tal capacidade, com que parte deste "sobrenatural" devemos nos preocupar"? Sendo os nossos desejos que estão em jogo, não devemos nos preocupar com nada, certo? Não. Não sei! Acho que aí reside a substância. Se não estivermos realmente capacitados para receber aquilo que desejamos, a vida pode tornar-se um desastre completo. E chegaremos a uma conclusão constrangedora de que tínhamos o que nos era bastante. Aliás, gosto muito dessa palavra: bastante. De pronto, alguns poderão pensar em uma ordem de grandeza quantitativa, digamos assim. Refiro-me ao adjetivo, não ao advérbio. Segundo o dicionário Houaiss: "Bastante adj. Que basta, que satisfaz, que é suficiente" . Podemos nos tornar reféns de nossos desejos e vivermos uma vida de paz e tranquilidade, ou...

É comum se pensar em conforto financeiro, luxo, posição social, enfim...Nada contra tais ambições. Mas que sejam uma condição natural à evolução do ser humano. Porque não? Temo, que muito daquilo que se deseja seja concedido como lição e não como prêmio. Um alerta para que se tenha cuidado com a vida, com o próximo, com a realidade do mundo.
Contam-se histórias sobre pessoas que abandonaram tudo que possuíam e foram em busca de um "sonho novo": viver em paz! Abdicaram de roupas caras, carros bonitos, condomínios de alto luxo. Passaram a viver com o que lhes era suficiente e dispuseram de tempo para dedicarem-se à vida. Encontraram alternativas para mudar a realidade que os rodeava, usando seus conhecimentos em prol da qualidade de vida de outros.
Desejos, pensamentos expressos ou não, destino, acaso, sorte, azar. Existe um sem número de possibilidades. Mas, seja qual for a que escolher, lembre-se: busque a paz de espírito e cumpra seu dever com honra e dedicação. E agradeça. Seja a Deus, Alá, Buda, Oxalá..enfim, de acordo com sua crença. Mas se não tem nenhuma e sua vida é afortunada, agradeça a você por ser quem é.

De toda forma a vida está aí para que possamos aprender. Que essa janela não seja desperdiçada e tenha grande utilidade para a humanidade.

É! Está dito. Muito obrigado.