terça-feira, 8 de junho de 2010

Outro dia!

De quando em quando,
Quando dá e quando posso,
Quando quero e quando tenho,
Quando tanto é tão nosso.

É quando vou e quando volto,
Quando tento, e me aposso,
Quando ainda mais me revolto,
Pois é quando me destroço.

Quando o tanto que te quero,
Sufoca-me quando tento o ar.
É quando mais me desespero,
Pois não a tenho mais para amar.


(Anselmo Verissimo)

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. De comentarista à poeta! Parabéns! Simples, leve e delicioso poema! Te admiro assim: Muitãoooooooo!...rs.
    Beijo e sdds!

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. BONITO, ELEGANTE E SUAVE, COMO APARENTA SER, TÍMIDO E DISCRETO COMO PARECE PROVAR E RELAXANTE E SENSÍVEL COMO É......

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  5. Com você tenho aprendido que o ciúme é uma coisa tola.
    Bjs...

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