sábado, 6 de novembro de 2010

Triste

Por favor, em outra hora.
Agora estou cansado,
Adormecido,
Amargurado.

Fique bem, por favor,
Mas deixe-me quieto.
Estou entristecido,
Desolado.

Quero te entender,
Mas não agora.
Voce me destroçou,
Jogou fora.

Te dizem tão bom,
Mas és faca corta.
Tens na essência a dor,
Embora te chamem Amor.


(Anselmo Verissimo)

3 comentários:

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  3. oi poeta! que bom que está de volta mestre! Uma poesia solitaria.. triste mas bonita...
    parabens e respeitando a quietude da poesia...
    otima semana e grande beijo!

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