sábado, 13 de fevereiro de 2010

O Bar Semente e minha querida Teresa Cristina.

Lembram que falei do Bar do Semente, na postagem do João Bosco com o Yamandú? A história do tiroteio e coisa e tal?
Calma! Não encontrei o registro visual do fato, mas tem aí um vídeo muito legal da turma que estou indo assistir agora na Lapa. Vocês, que por acaso não conheçam o lugar, podem ter uma idéia de como ele é, ou era.
O Rio, de tantas coisas boas e simples.
Lá, era o lugar!

Agora, amigos, estou indo pro carnaval. Só volto amanhã...

Beijaço a todos!

A senhora, viúva, acredita e observa. O Led Zeppelin sabia.

E falando em coisas da antiga, eis que o telefone toca. Meu amigo "Zé"! Começamos a falar de carnaval, dos blocos para hoje e lembrei da postagem que preparei , e que o tinha como personagem.
Em algum dia do século passado (pior que foi...), anos 80, conversávamos animadamente sobre futebol, música, shows e rock. Mas, nossa saudade naquele momento era o Led Zeppelin. Uma banda incrível, que nos embalou namoros inesquecíveis e proporcionou momentos mágicos, bem no auge de nossa juventude. Jogávamos juntos e apelidamos a defesa que compúnhamos de "Muralha do Inferno", era duro passar por um de nós. Pelos dois então, impensável. Que tempo bom!

Íamos para os treinos no Fluminense ouvindo rock do bom: Dire, Deep...Mas nossa banda era o Led. E o hino: Stairway to Heaven. Uma canção magnífica, que anos depois passou a ter um significado filosófico importante para mim. Uma referência bíblica (Génesis 28 - 10) ..."Eis que eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar a está terra, por que te não desampararei, até cumprir eu aquilo que te hei referido"


Não sei se foi esta a inspiração para a letra da música. Mas como ouvinte, fui imediatamente remetido ao sonho de Jacó: " ...a Casa de Deus, a porta do céu". Este vídeo, curiosamente, insinua alguns simbolismos visuais que imagino despretensioso, assim como pode ter sido a letra. Mas...vai saber, né? Apenas curtam, como eu curti naquela época. Eu e meu compadre "Zé".

Meus queridos leitores: LED ZEPPELIN

Se dirigir, fique em casa. Se for um chato, durma!

Aos bons palhaços, a alma do riso.

Só ri quando bebe, mas bebe para rir.
Bebe, ri, faz bobagem e perde o bom da festa.
Se deprime e se detesta,
Se reprime e se contesta.

Faça assim:
Alegre-se, divirta-se, encante-se
E esqueça tudo o mais que imagina saber.

Saiba que nada sabe, e que tudo se vai.
Não por que você comande, ou permita,
Mas por vontade Daquele que tudo faz.

A alegria de uma boa gargalhada é impagável,
Quando se sabe que a máscara é usada apenas no carnaval.

"Quanto riso...quanta folia...mais de mil palhaços no salão..."

(Anselmo Verissimo)

E tome de gente boa...o João sabe tudo.

Esse gaúcho é fera. Tem uma, com o Yamandú, que é demais.
Noite de quinta feira na Lapa, Bar Semente. Eu, Rafa Leite e sua irmã Lu (saudade de Alvorada, que ela canta divinamente) e mais uma gata que não me recordo o nome. O evento era o sacode Evaristo, uma noitada de choro que rolava às quintas, no Semente. Só fera no minúsculo palco. Gente que toca maravilhas da música nacional. No intervalo uma canja do Yamandú, que ficava com a tradicional garrafa de cerveja em baixo do braço circulando pelo bar. Divertidíssimo.
Senta o gaúcho e ataca a viola com Manhãs de Carnaval...já ouviram essa música com ele? Ouçam. Se eu a encontrar por aí vou postar. Estavam todos em silêncio, viajando pelas notas e inspiração do genial Yamandú. De repente, ouve-se um estalido (Pá!!!) o Rafa fica puto: pô, isso é hora de bater pandeiro? - disse nervoso. Pandeiro nada, Rafa, é tiro - eu disse. Um alvoroço. Mais tiros. Muitos. Todos no chão. Nós, que estávamos perto da janela, fomos para baixo da mesa.
Mas...o violão do gaúcho continuou emitindo aquele maravilhoso som. Todos esticamos os pescoços timidamente para ver se o doido permanecera sentadinho no banco, toncando o violão. Ninguém no banco...aquele figura estava deitado no chão, tocando carinhosamente seu violão, como se a vida fosse a mais simples poesia, que milhões de guerras não impedem de ser recitada. E ficamos nós ali, todos, deitados. O bar foi literalmente ao chão, solidários com aquele momento único de talento, genialidade e amor a arte. Assistimos ao resto da apresentação deitados no chão. E foi demais!
Curtam Yamandú, com o João Bosco. Já notaram como sou fã do João, né? E reparem como ele se surpreende com algumas aventuras do gaúcho e sorri, feliz com o talento ao seu lado.

E, por hoje é só meus queridos. Espero que tenham gostado. Amanhã tem mais. Quem sabe, com alguma boa prosa sobre o sábado de carnaval, onde espero assistir Teresa Cristina e grupo Semente, na Lapa.

Bons sonhos. Me diverti muito, nesta noite.

Como a bola procura o craque (rs), Linha de Passe...

Amigos e amigas desse blog, queridos leitores.
Sou "doido" com futebol (linha de passe na praia é tudo), música, instrumento musical...enfim, o talento artístico me encanta.
Quem vagueia pela madrugada da Lapa e dá uma chegadinha ali pelos lados do Bar Semente ( será sempre ) encontra jóias raras da música brasileira. Gente que a mídia não foi buscar, mas os artistas de verdade encontram e gentilmente nos apresentam estes gênios. Aproveito o carnaval, época em que o samba é para todos - sem preconceitos - e lhes apresento um talento, que vi em algumas alegres madrugadas da Lapa desfilando sua arte.
Com vocês, para alegria do João Bôsco: HAMILTON DE HOLANDA.

Carnaval é bom, né? O moreno aqui tá inspirado...nem dormi...daqui a pouco praia e a tarde bloco do Carioca da Gema...cheio de alegria no coração e muito boas intenções...rsrs.

SURPRESA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

É, fizemos algumas alterações. Arrumando a casa, formatando as idéias, dando uma nova cara ao espaço de nossa conversa. Sugestão astrológica.

Mais humor. Alegria. Divertimento. Afinal, quem é tolo o suficiente para acreditar no Frejat? Rir, só faz bem para a nossa saúde. Quanto mais, melhor...

Então divirtam-se com essa aula de locução e comunicação de Bruno Mazeo. Muito criativo e observador do cotidiano - não fosse filho de quem é - tornou-se genial em seu humor.

Riam muito...descontraidamente e sem pudor. Se é bom, cai na gargalhada ...para desespero dos idiotas da objetividade (?).




Bom carnaval a todos.