quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Um abraço amigo.

Havia quase esquecido desse meu espaço. Um recanto que me foi companheiro em momentos de grande dificuldade e pesar.

Tantas mensagens, pensamentos.

Noites e dias inteiros aqui escrevendo, colando vídeos e fotos com textos e comentários. Alguns legais e engraçados. Outros, desastrosos. Mas foi um bom companheiro daqueles tempos. Sem reclamar do mal humor. Apoiando, apenas. Se não podia ajudar ficava ali ao lado, quieto. Pronto a amparar se necessário fosse.

Foi assim que construí esse espaço. Com algum suor, um pouco de lágrimas, sentimentos à flor da pele e muita compreensão de quem o visitou e apoiou.

Não tenho muito tempo para ele, hoje em dia. Mas ontem o filme "Marley & Eu" me fez lembrar desse meu blog, por conta de uma postagem que fiz quando meu Thor se foi. Engraçado, duas saudades e um reencontro. No Facebook postei que "a saudade pelo menos faz o coração bater mais forte". Uma amiga disse que pensa ao contrário: " a saudade faz o coração bater mais fraco, o reencontro faz o coração bater mais forte". Pode ser - eu disse.

Voltei aqui! Quem sabe pela última vez. Ou, pela primeira vez em um novo tempo, após um reencontro tão desejado. É, quem sabe? Novas formas e motivos para se expressar. Outras visões. Outras lições aprendidas a compartilhar. Alguns questionamentos a lançar. Críticas a ouvir e ensinamentos a absorver. Nova janela se abrindo para horizontes imaginados e agora descobertos. Ou, re-descobertos.

Enfim, como aquele grande amigo do qual ficamos distantes por longo tempo ele continua aqui, tranquilo e disponível, pronto a estender a mão. Quem sabe agora possamos sair por aí em longas farras, bebedeiras intermináveis numa eterna comemoração à vida e suas nuances que nos tornam melhores a cada dia.

Abraçar esse amigo e dizer da minha saudade é o primeiro passo. Lembrar os momentos que vivemos juntos é a minha homenagem a ele. O resto...bem, um amigo é sempre um amigo e nunca nos faltará...assim como nós não lhe faltaremos...como disse "o poetinha":

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

(Vinícius de Moraes)

É! Está dito. Muito obrigado.

Feliz Natal e um grande Ano Novo.

domingo, 10 de julho de 2011

Ciclos.

Madrugada dura, crua de sentimentos.
Dura nas palavras insanas,
Ditas do fundo da alma enlameada de vergonha e furor.
A calma levada em uma nuvem negra de abandono, desprezo e solidão (a dois, como escreveu Cazuza). Frio, sono, medo, desejo e clausura.
Preso dentro do orgulho e da vaidade;
Livre na indelicadeza infeliz das crueis palavras ditas em um suicídio louco.
Matar o próprio amor, o amor próprio.
Mergulhar no vazio de um isolamento absoluto,
Nas recordações cortantes e amargas dos melhores dias que jamais serão.
Refazer caminhos, em busca do nada.
Recriar dias que passaram invisíveis, quase desnecessários...
E agora vitais.
Caminhos da vida...dia após dia...
renascer, esperar...esperança.
Verdades divinas escritas pela pena fiel e soberana.
A roda da vida torna a girar...o ciclo se completará.
Estará de volta quem deve voltar.
Tomará a longa estrada quem deve se afastar.
Serenidade, resignação, sobriedade e calma.
Fé e confiança.
Crer.
Amar.
Sempre.

(Anselmo Verissimo)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

De noite na cama...

É só por que não durmo
Que penso e escrevo.
É só por que penso e escrevo,
Que não durmo.

E por assim acontecer,
Tenho desejos, sonhos(?) frustrados,
Amarguras revividas
E travesseiro molhado... e mais um sono perdido.

Repasso dias sem fins
Nas noites açoitadas pelo pavor.
Pavor de deitar, rolar...deitar e rolar?
E pensar, enrolar...e não dormir.

Não durmo. Quero, preciso,
Mas não durmo. E curto o Face,
Músicas, saudades...e saudade de dormir tb.
Nem sei se necessariamente com alguém...dormir apenas!

Sono, sonho, ronco...(eu quero roncar de me acabar!)
Repouso, descanso, relaxamento,
Valium, Diazepan...caraaamba...
Fin...al...mente...bo...a noite...aaa..ttt. nhã...

(Anselmo Verissimo)

sábado, 21 de maio de 2011

Futebol do Rio de Janeiro (I) E (II)

LEIAM NO BLOG DO REVISTA ESPORTIVA UM BALANÇO DOS CLUBES CARIOCAS NESSE SEMESTRE. CURTAM TAMBÉM O NOSSO PROGRAMA, REVISTA ESPORTIVA, QUE VAI AO AR ÀS 2ª, 4ª E 6ª FEIRA, 19:30 HS,  PELA RÁDIO EM REVISTA. ACESSEM: www.radioemrevista.com.br.

http://revista-esportiva.blogspot.com/

sábado, 14 de maio de 2011

REVISTA ESPORTIVA

LEIA NO BLOG DO REVISTA ESPORTIVA, UM BALANÇO DO PRINCIPAIS TIMES DO RIO DE JANEIRO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2011: http://revista-esportiva.blogspot.com/2011/05/futebol-do-rio-de-janeiro-i.html

ESCUTEM NOSSO PROGRAMA, REVISTA ESPORTIVA. TODAS 2ª, 4ª E 6ª FEIRAS, ÀS 19:30 hs. ACESSEM, www.radioemrevista.com.br ou www.escoladeradio.com.br . VOCÊ IRÁ SE DIVERTIR E FICAR POR DENTRO DOS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS DO ESPORTE, NA MELHOR RÁDIO WEB CARIOCA, A RÁDIO EM REVISTA.

É! ESTÁ DITO. MUITO OBRIGADO!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

POSTAGEM DO REVISTA ESPORTIVA DESTE DOMINGO...

Nosso Revista Esportiva vai ao ar, hoje, às 19:30, na Rádio em Revista, www.radioemrevista.com.br . Acessem e curtam um programa informativo, descontraído, com muitas notícias de esporte.

Você pode acessar também o site da Escola de Rádio, www.escoladeradio.com.br e ouvir o nosso programa. Entre para o Grupo Revista Esportiva na Galera, pelo Facebook ou mande seu pedido de adição no nosso msn: revistaesportiva@hotmail.com . O endereço do nosso blog é: http://revista-esportiva.blogspot.com/

Espero você por lá!

É! Está dito. Muito obrigado.

sábado, 30 de abril de 2011

Saudade de mim?

Prá que saudade de mim?
Estarei sempre por aí a passear
Em teus pensamentos,
A rolar nos teus lençóis macios,
Nos sonhos da tua noite fria e vazia
Acompanhada apenas pelo luar triste
A iluminar teu leito.
Prá que saudade de mim?
Olhe bem ao teu lado, na cabeceira.
Te deixei a aliança onde dizia:"te amo".
É tua medalha, tua glória.
Não deixará que te esqueças
Que não precisas ter saudade de mim...
Pois que fui posto a pó, nos dias mais felizes de tua vida,
E pelos cantos me depositei, apenas para que não te incomodasses.
Não tenhas mais saudade de mim.
Ando por aí, em todo lugar, me escondendo de te encontrar.
Tirando, de todo, o tempo que foi teu lugar no meu coração.
Não! Não tenhas nunca, saudade de mim.

(Anselmo Verissimo)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Revista Esportiva

Hoje, na Rádio em Revista, www.radioemrevista.com.br, você ficará por dentro das notícias do esporte no fim de semana. REVISTA ESPORTIVA, HOJE ÀS 19:30...NÃO PERCAM. ESTAREI LÁ!!!!!!!!!

Acessem e divirtam-se com a mais simpática equipe de comentaristas da rádio web. Leiam nosso blog:
http://revista-esportiva.blogspot.com/.


FORTE ABRAÇO A TODOS.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Infinita dor.

Dor. Perda. Inconstância. Insegurança.
Fim de linha, desencontro.
Encanto efêmero, deslumbramento contido na decepção.
A vida se foi.
O suor! O cheiro ainda impregna o ar.
O sangue faz lembrar o desenlace fatal.
A traição. Covardia. Doença de amor e orgulho ferido.
Dor. Perda. Inconstância. Insegurança.
Esfacelamento de vidas harmônicas e felizes,
Desencanto, desespero, tristeza, angústia, amargura.
O resultado do bem é o castigo do mal, que ignorante
Se prende ao egoísmo do sentimento não correspondido e do amor perdido.
O escurecer da inteligência causa sequelas irreversíveis que mudam toda uma vida.
Todas as vidas.
Dor. Perda. Inconstância. Insegurança.
Sentimentos indecifráveis, antagônicos a uma vida singela,
Simples e de valores puros e cristalinos.
Sorriso pálido, ou apagado, a pedir socorro pelo abraço perdido.
Silêncio que grita no fundo da alma pela companhia que não mais terá.
Que partiu, ceifada intempestivamente, sob a violência de violenta emoção.
Que emoção? Maldade.
Dor. Perda. Inconstância. Insegurança.
Agora é só pesar. Saudade. O fim.

(Anselmo Verissimo)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fotografia na tela.

A fotografia insinuava-se na tela,
Criando uma sensação de calor e êxtase.
O sorriso inebriante mantinha o descompasso
Na respiração e aumentava aquela sensação estranha
De ansiedade e medo, insegurança e prazer.
Era uma fotografia na tela. Mas, viva.
O olhar era vivo.
O colo irradiava força, acolhimento, despertava o desejo
E fazia secar a boca, fustigando a calma.
O olhar!
Era vivo.
Mas era uma fotografia na tela.
Uma imagem que trazia, tão próximo, o futuro.
Qual futuro?
Quão bom pode ser o tempo depois?
Em que momento aquela imagem irromperia no abraço perfeito,
No encaixar milimétrico de duas almas? Duas vidas?
Vida?
Era um sonho.
Uma fotografia na tela.
Uma imagem bela,
Na tela e no desejo que aproxima, despertando o nosso interior
Para as mais profundas necessidades do outro. Daquele que,
Mesmo ausente, nos fornece o mapa de nossa mudança,
O abandono de nossos medos e a alegria contida por nossas angustias.
A tela.
A imagem bela. Ela,
A encantar o presente com sua luz que ilumina o futuro.
Futuro! Na tela...uma fotografia tão bela.
Um rosto harmônico, feliz.O carinho intrínseco no conjunto daquela
Imagem viva e atraente.
O perfume a passear pela mente,
Produzindo a sensação de suavidade da tez, nos lábios.
A imagem.
A tua imagem! Que hoje desenho em meus pensamentos e
Que faz meu coração se alegrar.
Você, que num passe de mágica, saindo da tela, adentrou
Ao meu mundo, fazendo pulsar músculos nunca percebidos...
Aquela tua imagem que nunca cri ser a verdade mais cristalina,
O sonho mais vivo e o desejo mais querido,
É o sentido, que faz girar a roda da vida.
Da minha vida.
O teu querer é o meu alimento. A tua presença o meu sentimento.
E o sonho, uma realidade a se desenhar na tela.
Naquela tela, tão bela.
Tão minha...nossa.
A tela da vida, que me trouxe você.

(Anselmo Veríssimo)

quinta-feira, 31 de março de 2011

http://recantodasletras.uol.com.br/autores/anselmoverissimo

Amor a ferros.

Estará preso a sete chaves,

Enclausurado em masmorra úmida.

Isolado, no infinito secular das profundezas do sonho,

Viverá intocado, maltrapilho, desprezado.

Não fará vítimas, aliados ou subalternos.

Imobilizado estará.

Olhará em toda volta e apenas o vazio verá.

O silêncio será companheiro eterno e

A mais pura beleza não mais te alcançará.

Tua súplica será desprezada e a pena muito dura.

Não mais sairá.

Moribundo, tua agonia não será ouvida,

Tua dor não lamentada e a existência esquecida.

Foste mel, sal, nuvem, paraíso.

Tinhas o doce e a força de um gigante.


Eras tudo...

Vida, alvoroço, juventude...

Um sonho.

O desejo mais profundo.

O amor de todo mundo.

Agora,

És pó!


(Anselmo Verissimo)

sábado, 26 de março de 2011

Encontrando a liberdade.

Abriu a porta e olhou o infinito.
Dentro da casa, o silêncio,
O vazio. A dor de um adeus
Dolorido, angustiante, sufocante.
O ar pesava nos ombros, como
A cruz dos desencontros e enganos.
A pele ardia, o pavor era extremo, no duro
Caminho rumo ao desconhecido. Abandono.
As entranhas corroíam-se. Medo:
Do frio, das sombras, dos arbustos.
O colo não mais a amparar.
Nem o afago, o olhar aquecido de amor...o abraço!
A cama quente sobre solo firme
E a luz de amor de um coração...foram-se.
A porta estava aberta e eram tantas recordações.
Os sons ainda chegavam fortes aos ouvidos.
Gemidos de prazer e felicidade,
Risos, sorrisos encantados de alegria e
Orações a elevarem o espírito.
A porta aberta esperava o primeiro passo.
O amor de deixar o amor seguir livre, liberto.
No canto da sala, lágrimas, desejo de felicidade,
Uma prece de proteção ao viajor
E súplicas de coragem para viver ali, só.
Quem sabe um dia, verá a porta se abrir
E o amor adentrará calmo, sorridente,
Como se o tempo fosse um simples ponto no universo,
Cujo o piscar de olhos mais rápido não pudesse medir.
Daí, o abraço, o afago, o colo, a lágrima, o sono e a luz
Da vida, a revigorar a liberdade mais querida:
O amor que se sabe eterno.

(Anselmo Verissimo)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Poesia triste.

Não é o que te entrego
E nem o que me trazes.
Nem tanto pelo cheiro,
Ou teu olhar encantador,
Mas por uma angustiante
Espera. Dura, sofrida, cruel.
Nem tanto pelo que me trouxeste,
E sim por aquilo que previ.
Descartando a pior hipótese,
Encontrei o sabor doce da ilusão.
Enamorei-me por um conto e também pelo canto.
Deliciei-me com teu sorriso brando.
Nem tanto pelo que sou,
Ou como estou.
Mas, ainda assim, tentarei todas as vezes,
Numa única vez.
E partirei.
Nem tanto como vou, mas por não voltar,
Deixarei minha dor voar.
Caminharei em nuvens espessas para fugir de ti.
Alcançarei o cume do universo para de ti me ocultar.
Amarei o doce som da tua voz em minhas lembranças e dançarei
No sonho do teu corpo quente e macio a me querer.
Um tanto pelo que quero e um pouco pelo que sei,
Deixarei para ti o amor dos homens e a luz da saudade.
Estarei aqui, no vago constante de um sonho empoeirado
Que mofará na prateleira, junto a esta poesia triste e mal acabada.

(Anselmo Verissimo)

sábado, 12 de março de 2011

Se é que será.

Corta,
Entorta,
Conforta e
Desbota.

Tonta,
Conta,
Afronta,
Defronta.

Confronta,
Tonta e
Conforta
A afronta.

Que corta,
Torta e
Tonta,
Tudo que encontra.

Encanta e
Desbanca a
Banca
De quem já não encanta.


(Anselmo Verissimo)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

volver al pasado

Dia vinte e tanto, do tanto, de mil novecentos e um tantico.

Chapéu panamá,
Terno de linho,
Cigarrinho de palha no dedo,
Gomalina no cabelo.

Criança na calçada,
Polícia desarmada,
Professor que é doutor,
Médico que é professor.

Mãe que organiza,
Mulher que educa,
Esposa que ama,
Amiga que escuta.

Ar que se repira,
Tempo que se aproveita,
Futebol que é de amigos,
Amigos que se respeitam.

Sol que não machuca,
Mar em que se mergulha,
Maraca , " O Maior",
O mundo melhor.

Volta, de volta,
Essa volta que a vida dá.
Volta, de volta,
E vem de novo sonhar.

(Anselmo Verissimo)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Meio assim...

Sou cinza,
Escombro,
Cicatriz,
Saudade.

Impetuosidade,
Liberdade,
Alegria,
Dignidade.

Conhecimento,
Inocência,
Confiança,
Autoridade.

Sou o senhor dos meus passos e caminho com tranquilidade pela vida que escolhi.
Sou o encanto de sonhos descabidos e o suporte das vidas necessitadas.

Sou esteio,
Penumbra,
Luz,
Carinho.

Amor,
Ilusão,
Flor,
Espinho.

Paz,
Tormento,
Decisão,
Afastamento.


Não caminhe o meu caminho, não adentre ao meu camarim.
Não me sonhe o seu sonho, não cobre seu amor a mim.

Sou etéreo,
Incandescente,
Imponderável,
Transigente.

Mas não sou sua vida e não tenho lugar em ti, quiçá em mim...
Sou o eu de mim mesmo, que a vida cuida e leva...

É! Sou, talvez, assim.

(Anselmo Verissimo)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tempo perdido.

Quem sabe
Um dia,
Qualquer dia,
Todo dia,
Toda hora,
Ou nada,
Hora nenhuma.
Em dia nenhum,
Haverá tempo
Para cada um..

(Anselmo Verissimo)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

FUTEBOL. VAI ROLAR A BOLA.



Começa hoje, Campeonato Carioca de Futebol - Taça Guanabara 2011.

A equipe de esportes da Rádio Ação Web, inicia seus trabalhos no próximo sábado, 22/01/2011, às 14 horas, com o programa: AÇÃO ESPORTIVA EM DEBATE. Análise, comentários e notícias do melhor campeonato regional de futebol no país.

Acessem o site: www.acao.fm5.com.br .

É! Está dito. Muito obrigado.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Torrente.

Tormento,
Torrente,
Devastação,
Medo.

Desespero,
Dor,
Horror,
Degredo.

Espanto,
Esperança,
Vida,
Constância.

Salvação,
Solidariedade,
Força,
Bondade.

Ação,
Autoridade,
Respeito,
Lealdade.

Natureza,
Naturalidade,
Reverência,
Santidade.

Espaço,
Educação,
Tempo,
Reciprocidade.

(Anselmo Veríssimo)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Show semana que vem!

***INDIE JAM - THIAGO VIVAS E GERALDO CÔRTES***
Eu e meu brother Thiago Vivas vamos participar do evento INDIE JAM. Vamos fazer nossos respectivos shows e encerrar com uma jam session!
Local: Conversa Afinada - Rua Vinícius de Moraes 75 / 3o. andar Ipanema
Quando: terça-feira, 18/01, às 20hs.
Ingresso: R$15,00 na hora ou R$10,00 na lista amiga. Pra entrar na lista, basta responder a esse e-mail com os nomes. ;)
Flyer em anexo!

***INSOMNIACOVER DESTA SEMANA***
Aproveitando que tem show meu e do Thiago semana que vem, lá vai o Insomniacover 20. :)

Espero vocês na terça!


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Paixão delirante.

Tua boca,
Língua, lábios
E a voz
Rouca enlouquecem.

A mão,
Firme e quente,
Procura, arranha
Em toques ardentes.

As coxas nuas
Se entrelaçam
Às pernas tensas
Em bailado mágico.

As cinturas se lançam
E deslizam
No som arfante
De corpos suados.

Olhos, saliva.
Suor,
Delírio,
Poesia.

(Anselmo Verissimo)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Começando 2011

Feliz ano novo, gente! Que 2011 guarde muitas felicidades, surpresas boas e paz pra todos vocês! :)

Vamos às notícias:

***EU E VIVIAN BENFORD N'O GLOBO***
Eu e minha querida amiga Vivian Benford saímos numa matéria super legal no Caderno Boa Chance do jornal O Globo do dia 02 de janeiro. Confiram o scan em anexo!

***INDIE JAM - THIAGO VIVAS E GERALDO CÔRTES***
Eu e meu brother Thiago Vivas vamos participar do evento INDIE JAM. Vamos fazer nossos respectivos shows e encerrar com uma jam session!
Local: Conversa Afinada - Rua Vinícius de Moraes 75 / 3o. andar Ipanema
Quando: terça-feira, 18/01, às 20hs.
Ingresso: R$15,00 na hora ou R$10,00 na lista amiga. Pra entrar na lista, basta responder a esse e-mail com os nomes. ;)
Flyer em anexo!

***INSOMNIACOVERS 2011***
Primeirão do ano :)

Espero vocês dia 18!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ilha e solidão!

Amor,
Ventos e tempestades,
Sonhos, silêncio,
Pavor e saudade.

A carne viva,
Em sal e suor,
Lembra que cada segundo
Provém da dor.

Dor silenciosa
De uma vida farta em ar e brandura.
Dor viril, da caça incessante
Pelo alimento, pela cura.

A ilha encolhe,
Expreme, alimenta,
Mantém firme a dor.
O silêncio, ensina.

O tempo,
A vida,
O sentimento,
A partida.

Deixar ir e voar.
Amar a dolorosa separação.
Ir junto com a solidão.
Encontrar a razão.

(Anselmo Verissimo)


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Elite do bem. (com sabor de fruta mordida!)



Ao cavaleiro peregrino foi dada a missão.
Em sua senda não se conhece o mêdo.
Nas suas mãos a nobreza fria de aço afiado.
O coração vislumbra com clareza a maldade a ser rompida.

Os campos são limpos, puros e denotam brandura.
Mas os sons que rugem junto às encostas são cruéis,
Falsos, encantadoramente mau, na tentação às mentes sãs.
O homem do bem, sobre seu animal , o fará calar.

O uivo intenso atemoriza o ser dócil e sem proteção.
Para o viajante do bem, incita ao embate mais sagaz.
Não é a este ser luminoso que o gemido do mal intimida.
Mas a si próprio, quando ameaçado de ser desvelado.

O som maléfico se encobre sob os dizeres do bem.
Conduzem o tolo pelos campos floridos e de águas frescas.
Embarca-o nas viagens suntuosas de delírios e prazeres.
Devastam suas virtudes, invadem e sorvem sua vergonha, sua paz.

O brilho da lâmina cintilante corta o ar, com surpreendente autoridade.
Mais uma rajada pelas encostas empoeiradas e começam a tombar pedras.
O cavaleiro suplica forças e investe determinado, incessantemente forte, altivo.
O mêdo sobrevém ao mal, que não luta, pois a surpresa é a força contida na luz.

A maldade não termina. Apenas fica recolhida.
Espreitando e tentando tímidos sopros nas encostas.
Aquele cavaleiro atento a mira, corre seu rastro e a espanta com breve menear de sua nobreza.
Paladino dos campos de amor e felicidade, beleza e bondade, rondará eternamente o caminho.
E fará aquele estrondo incômodo, impuro e traiçoeiro corroer as entranhas solfejando a própria derrota.

(Anselmo Verissimo)

Cavaleiro peregrino.

Suor, flor,
Gota de amor
No branco lençol de seda.
Gozo, furor, prazer,
Comida quente na mesa.

Mar, energia e carinhos.
Pelo caminho, sêmen, prazer.
Língua quente, intrépida, a percorrer o corpo
Contorcido em espasmos loucos e convulsivos.
Chá quente de ervas verdes, suave amargor.

Colo, ombros, coxas e costas nuas
Protegem o sono repousante, com sutil
Calor e emoção insone, revigorante, de
Cavaleiro tenaz, peregrino protetor
A vigiar o leito quente e sagrado do amor.

(Anselmo Verissimo)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A bela sabedoria.

A intangível leveza do ser.
Humano, ímpar, finito e derradeiro
Em suas paixões, reflexões e percepções da
Necessidade de dar e receber.

A alma azul, imaculada e sensível
Busca a celestial identidade:
Sabedoria...
Pediu Salomão. Pede, uma alma leve e penitente.

Assim, a luz dos corações focam
A face de inigualável beleza.
Os sentidos captam a energia
E o brilho suave e acolhedor de tão belo olhar.

O som da voz sapiente e terna
Penetra fundo em nossa vida,
Abrilhantando nosso dia
E nos trazendo de volta a paz, a luz, amor.

Sorriso intenso, mãos calmas, olhar meigo.
Suave perfume de flores do campo na pele macia,
E uma inebriante sedução pela sabedoria incontida,
Bondosa e generosamente compartilhada com humildade.

Assim é a luz de infinita beleza da sabedoria,
Que faz do sonho a realidade,
Da dor, degraus de alegria.
Do amor, o sol do dia.

(Anselmo Verissimo)