segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A bela sabedoria.

A intangível leveza do ser.
Humano, ímpar, finito e derradeiro
Em suas paixões, reflexões e percepções da
Necessidade de dar e receber.

A alma azul, imaculada e sensível
Busca a celestial identidade:
Sabedoria...
Pediu Salomão. Pede, uma alma leve e penitente.

Assim, a luz dos corações focam
A face de inigualável beleza.
Os sentidos captam a energia
E o brilho suave e acolhedor de tão belo olhar.

O som da voz sapiente e terna
Penetra fundo em nossa vida,
Abrilhantando nosso dia
E nos trazendo de volta a paz, a luz, amor.

Sorriso intenso, mãos calmas, olhar meigo.
Suave perfume de flores do campo na pele macia,
E uma inebriante sedução pela sabedoria incontida,
Bondosa e generosamente compartilhada com humildade.

Assim é a luz de infinita beleza da sabedoria,
Que faz do sonho a realidade,
Da dor, degraus de alegria.
Do amor, o sol do dia.

(Anselmo Verissimo)